Passo a passo
Avise seu banco imediatamente
Entre em contato pelos canais oficiais da instituição, informe que foi vítima de um golpe e identifique todas as operações envolvidas. Guarde os protocolos de atendimento e os comprovantes das transações.
Se o golpe foi por Pix
Para cada Pix relacionado à fraude, solicite o acionamento do Mecanismo Especial de Devolução (MED). Se as transferências saíram de bancos diferentes, comunique cada instituição.
O MED é exclusivo do Pix e não garante a recuperação dos valores. Para outras operações, solicite a contestação e as providências cabíveis ao banco.
Exporte e preserve as conversas do WhatsApp
Use a opção “Exportar conversa” para guardar o histórico das mensagens. Preserve também áudios, imagens, vídeos, documentos e comprovantes.
Confira se o arquivo exportado contém as informações necessárias e salve separadamente as mídias que estiverem faltando. Não apague a conversa original nem edite os registros.
Tire prints do perfil usado no golpe
Registre a foto, o nome, o telefone com DDD e as demais informações visíveis do perfil. Guarde também as mensagens em que a pessoa se apresentou, fez promessas ou pediu dinheiro.
Esses elementos ajudam a documentar a engenharia social: as estratégias usadas para ganhar sua confiança e induzir você a realizar as operações. Preserve as datas, os horários e o contexto das conversas.
Faça um boletim de ocorrência detalhado
Relate o ocorrido em ordem cronológica, detalhe por detalhe:
- Como começou o contato e quem a pessoa dizia ser.
- O que foi dito e solicitado.
- Quais informações fizeram você acreditar na abordagem.
- Datas, horários, valores, bancos e destinatários das transações.
- Quando percebeu o golpe e quais providências tomou.
Conte os fatos com precisão. Se não lembrar de alguma informação, indique essa dúvida em vez de preencher as lacunas. Apresente as provas conforme as orientações da polícia e guarde uma cópia do boletim.
Não espere concluir o boletim ou reunir todos os documentos para avisar o banco.